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História

A História da Casa-Museu Abel Salazar, situada em S. Mamede de Infesta, poderá dividir-se em três períodos, atendendo às três instituições que a dirigiram, desde a sua formação.

O primeiro, de 1947 a 1965, foi o período em que uma plêiade de amigos e admiradores, após a morte de Abel Salazar, continuou a enaltecer e a divulgar a sua Obra, através, nomeadamente, da tentativa de constituição de uma "Fundação Abel Salazar", que depois de muitas vicissitudes se concretizou, em 1963, como "Sociedade Divulgadora Abel Salazar", ao fim de 17 anos de persistentes esforços.

   
Adelaide Estrada, Ruy Luís Gomes, Alberto Saavedra, Abel Salazar e Marques Rodrigues
   
Casa-Museu Abel Salazar, Sala de Pintura, 1953


O segundo, de 1965 a 1976, altura em que a Casa-Museu foi adquirida pela Fundação Calouste Gulbenkian, embora tenha continuado na sua direcção a Sociedade Divulgadora.

Nesta fase, em 1975, foi construído o Pavilhão de Exposições.

O terceiro, de 1977 até à presente data, em que a Casa-Museu foi doada à Universidade do Porto, da qual era reitor o Prof. Ruy Luís Gomes, uma das primeiras figuras na luta pela constituição da Fundação.

 

   
A Casa-Museu nos anos de 1970
   
Casa onde o Mestre viveu cerca de 30 anos, vista pelo próprio numa pintura a óleo


Em Maio de 1979 é eleito o Prof. Ruy Luís Gomes para a Presidência da Sociedade, por falecimento do Prof. Alberto Saavedra. Sucede-lhe a Prof.ª Maria de Sousa e um ano depois o Prof. Nuno Grande.

Presentemente é uma instituição de utilidade pública, sem fins lucrativos, tutelada pela Universidade do Porto e dirigida com o apoio da Associação Divulgadora da Casa-Museu Abel Salazar (ADMAS) com estatutos publicados no Diário da República nº 17 – III, de 20/01/90. A missão desta consiste em promover a investigação, o estudo e a divulgação da obra científica literária, filosófica e artística de Abel Salazar.


A Casa-Museu Abel Salazar recria o ambiente onde o Mestre viveu grande parte da sua vida constando do seu espólio, para além do mobiliário e objectos do seu quotidiano, diversos trabalhos de Abel Salazar, tais como desenhos (esboços, auto-retratos, caricaturas, retratos, etc., em grafite, carvão, tinta da china, pena, aguada, sépia, crayon e técnica mista); aguarelas; óleos sobre madeira, cartão e tela; esculturas (bustos, estatuetas e medalhões em gesso, barro e bronze); cobres martelados, gravuras; trabalhos de investigação científica, manuscritos, epistolário, livros, jornais, revistas e testemunhos da sua colaboração na Imprensa.

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